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Lendas da Literatura

Lendas da Literatura / 41 posts encontrados

O beijo que Puig me deu

Assim como a língua transmite também suas bactérias, através da sincope fonética, do léxico e da organização semântica é que se destrói e se constrói, de forma igualmente eficaz, os signos e a noção de “mundo” de um povo. E da mesma forma, através desse mesmo canal, podemos estabelecer um paralelo entre as manifestações artísticas e culturais desse mesmo povo. Percebi isso, no dia que recebi o beijo de Puig. Até aquele dia não conhecia muito da obra desse brilhante argentino, além de saber que havia uma adaptação de seu livro mais conhecido para o cinema – pelo também argentino, o diretor Hector Babenco - premiada em Cannes nos anos oitenta: O beijo da mulher aranha.

O primeiro livro do mundo: a Epopeia de Gilgamesh

O livro impresso só surgiu no século XV, mas antes, muito antes, foram escritas várias obras literárias, registradas em diferentes suportes. A mais antiga, oficialmente, é a história – ou o poema – de um rei sumério chamado Gilgamesh. Nesse remoto relato já se veem grandes temas da existência humana: coragem, amizade, inveja, amor e, notadamente, a busca pela Eternidade – ou pela compreensão da finitude, e também a espiritualidade. Confira a visão da Leila Krüger sobre este clássico!

A Crucificação e a Canção de Henry Miller

Que seus detratores o acusem de pornógrafo, de misógino, de preconceituoso - tudo bem. Que muitos países tenham fechado as portas a sua obra; considerando-a muitas vezes obscena, de mau gosto, e mesmo assim, viessem a publicá-las décadas depois - tudo bem também. Porém, ninguém há-de negar que o escritor norte-americano Henry Miller (1891-1980) foi para a virada do século XIX, para o século XX, um modelo de romantismo.

Contos de Fadas: conheça a sombria versão original de A Branca de Neve

Este artigo é dedicado totalmente à versão original do conto Branca de Neve, cuja primeira versão foi escrita em 1810 pelos irmãos Grimm, e faz parte de uma série de posts dedicado a alguns dos mais mágicos e adoráveis contos de fadas de sempre.

Contos de fadas: conheça a sombria versão original do conto Chapeuzinho Vermelho

Este artigo é dedicado totalmente à versão original do conto Chapeuzinho Vermelho (conhecido em Portugal por Capuchinho Vermelho) e faz parte de uma série de posts dedicado aos adoráveis contos de fadas. Os irmãos Grimm criaram uma versão deste conto, mas o original é de Charles Perrault e foi publicado em 1697 com o título de Le Petit Chaperon Rouge.

Já conhece estas 86 Frases de William Shakespeare?

Da obra de William Shakespeare restam agora 37 peças, 154 sonetos, 2 poemas narrativos e uma série de versos soltos. Considerado como um dos maiores vultos da cultura mundial, o autor de Macbeth, Hamlet e Romeu e Julieta tem obras traduzidas em todos os idiomas e as suas peças transformaram-se em grandes clássicos do teatro e do cinema. Neste artigo focamos o nosso olhar em frases de Shakespeare sobre Amor e a Vida.

Contos de Fadas: conheça a versão original do conto A Bela Adormecida

Este artigo é dedicado totalmente à versão original de um dos mais mágicos e adoráveis contos de fadas de sempre: A Bela Adormecida. Na versão de Giambattista Basile, do século XVII, o título era Sol, Lua e Talia, e a história era mais sombria e violenta. Saiba mais neste post!

Contos de Fadas: Eles Nem Sempre Foram Tão Belos

Contar histórias sempre foi um hábito no decorrer da História humana. No início elas eram transmitidas apenas oralmente, e só há cerca de quatro mil anos é que o homem deu início ao registro escrito de suas histórias fantásticas. Neste artigo realizo uma breve apresentação sobre a história dos Contos de Fadas, fazendo em artigos futuros uma análise de 3 dos Contos de Fadas mais conhecidos no mundo.

Françoise Frenkel: a voz da II Guerra Mundial descoberta apenas em 2010

Toda a história de um velho livro encontrado perdido numa livraria gira em torno da figura de Françoise Frenkel. O mistério advém do facto da autora judia, natural da Polónia, ter escrito um livro igualmente misterioso sobre a sua fuga dos nazis na cidade de Vichy, em França, em meados de 1940. O livro, no entanto, era praticamente desconhecido até ser encontrado numa velha livraria em França.