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Confira 11 livros que todos os jovens adultos devem ler

Confira 11 livros que todos os jovens adultos devem ler

 

Jovens prestes a entrar na idade adulta e a encarar um mundo de responsabilidades. Por esta altura, mais ou menos perto dos 20 anos, estão uma fase crucial: são normalmente confrontados com o primeiro emprego, terminam os seus estudos e começam a pensar a longo prazo sobre o que lhes reserva os próximos anos. Um momento determinante para o qual é procurada frequentemente orientação. E há melhor orientador do que um bom livro?

O website Revista Galileu elaborou uma lista dos 11 livros para jovens a entrar na idade adulta. A lista baseou-se na opinião de diferentes visitantes do website que partilharam títulos de livros que merecem ser lidos entre os 20 e os 30 anos. O resultado final foi surpreendente e contou com livros de autores como Fiódor Dostoiévski a nomes mais contemporâneos como Stephen Hawking.

Vamos conhecer a lista?

11 livros para jovens a entrar na idade adulta

Revolução dos Bichos – George Orwell

A história de “Revolução dos Bichos” foi escrita durante a Segunda Guerra Mundial e publicada no ano de 1945. Recusado por várias editoras, o livro satirizava a ditadura soviética de Estaline numa altura em que vigoravam acordos entre os países Aliados. Com a queda da Alemanha de Hitler e o aumento da luta pela supremacia no contexto de Guerra Fria, a “Revolução dos Bichos” começou a ser usada como um instrumento de propaganda político contra o regime soviético.

1984 – George Orwell

Em “1984”, o autor britânico George Orwell leva-nos a um futuro distópico no ano que dá título ao livro. Publicado pela primeira vez em 1949, a obra segue a história de Winston, um cidadão que vive numa Londres alternativa, sob o domínio de um regime totalitário. Através de câmaras instaladas nas ruas, no trabalho e até mesmo em casa, o Big Brother – uma figura que representa a autoridade – mantém o olho sobre tudo o que faz. A história acaba por culminar na revolta da personagem e no desfecho surpreendente que ainda hoje é aberto a muitas interpretações.

Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking

“Uma breve História do Tempo” é um livro daquele que é considerado como um dos maiores génios da atualidade. Ao longo de várias páginas, Stephen Hawking explora os conceitos do universo e fala de mistérios desvendados e que ainda estão por desvendar. Através de uma linguagem simples são explicados conceitos complexos que permitem a todos os leigos perceberem algumas das mais difíceis noções da Física.

A Arte da Guerra – Sun Tzu

Por muitos anos que passem, “A Arte da Guerra” há de se manter sempre atual. O livro de estratégia militar, escrito há cerca de 2500 anos atrás pelo general chinês, Sun Tzu, aplica-se de forma metafórica a praticamente todas as áreas da nossa vida, desde os negócios até às relações pessoais. Quando atacar, como atacar e como reagir consoante as diversas situações de batalha são alguns dos tópicos abordados pelo “A Arte da Guerra”.

Cem Anos de Solidão – Gabriel García Marquez

“Cem Anos de Solidão” valeu a Gabriel García Marquez a condecoração com o prémio Nobel da Literatura de 1982. O livro retrata  a história de uma família que, ao longo das várias páginas, passa por episódios que envolvem milagres, adultérios, incestos, condenações e descobertas. Com uma narrativa rica, “Cem Anos de Solidão” é uma obra de leitura obrigatória para todos os que gostam de clássicos da literatura contemporânea.

 

O Senhor dos Anéis – J.R.R Tolkien

A adaptação ao cinema valeu à trilogia “Senhor dos Anéis” a atenção mediática global. No entanto, a obra já era um sucesso mesmo antes de chegar ao grande ecrã. No clássico da literatura fantástica de Tolkien, o leitor poderá encontrar a viagem épica de Frodo e do Anel pela Terra Média. O livro tem a capacidade de criar uma mitologia riquíssima, repleta de criaturas estranhas, como feiticeiros, anões, elfos, hobbits e trolls.

Vidas Secas – Graciliano Ramos

Uma seca extrema e austera serve de ponto de partida para o livro “Vidas Secas” de Graciliano Ramos. A obra conta a história de Fabiano e das suas gentes que, numa demanda pela sobrevivência, decidem atravessar o sertão brasileiro. “Vidas Secas” foi publicado em 1938, é o único romance de Graciliano Ramos escrito na primeira pessoa e serviu de inspiração para o filme com o mesmo nome, realizado por Nelson Pereira dos Santos.

A Insustentável Leveza do Ser – Milan Kundera

Escrito pelo autor checo Milan Kundera, “A Insustentável Leveza do Ser” divide a sua narrativa entre as cidades de Praga e Zurique. Descrito por quem lê como um livro que muda mentalidades, “A Insustentável Levaza do Ser” conta as peripécia amorosas de 4 personagens. A obra tem alicerces históricos muito fortes, com destaque para a forma como relata o clima vivido na altura da invasão da Rússia à Checoslováquia.

Crime e Castigo – Fiódor Dostoiévski

“Crime e Castigo” é uma das obras que mais contribuiu para a consolidação do nome de Fiódor Dostoiévski na cena literária internacional. Neste livro, o escritor russo narra os episódios da vida de um jovem estudante que comete um crime. Mais do que a história em si, o livro faz a diferença pela forma como aborda temas transversais à sociedade, tocando em religião e em ideologias políticas. “Crime e Castigo” foi publicado em 1866 e é, sem dúvida, uma obra de leitura obrigatória.

Clube da Luta – Chuck Palahniuk

Quem não conhece o clássico “Fight Club”, realizado por David Fincher e protagonizado por nomes como Edward Norton, Brad Pitt e Helena Bonham Carter? O que muitos não sabem é que a obra cinematográfica tem por base um livro com o mesmo nome, da autoria de Chuck Palahniuk. “Clube da Luta” conta a história de um clube restrito e de uma forma de viver seguindo regras específicas.

Os Trabalhadores do Mar – Victor Hugo

Conhecido pelos “Les Miserables”, o francês Vitor Hugo deixou para a história uma obra literária rica e diversa. O livro “Os Trabalhadores do Mar” é considerado por muitos como a sua maior obra-prima e funciona como uma espécie de dedicatória à ilha de Guernsey, localizada no Canal da Mancha e onde Victor Hugo passou 15 anos do seu exílio auto-imposto.

 

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