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10 dos melhores livros policiais de Agatha Christie, a Rainha do Crime

10 dos melhores livros policiais de Agatha Christie, a Rainha do Crime

 

Agatha Christie, nascida Agatha Mary Clarissa Miller (1890-1976), é nada menos do que a escritora mais bem sucedida do mundo de todos os tempos, segundo o Guiness Book. Provavelmente você já deve ter ouvido falar nessa autora inglesa, ou até lido ao menos um de seus livros, escritos entre o final do século XIX e início do século XX. Agatha continua sendo referência indiscutível – e sucesso de vendas – especialmente no que se refere a livros policiais, os quais lhe proporcionaram o título de Rainha do Crime.

Agatha Christie escreveu 66 livros de romance policial, 150 contos e seis livros de romances – esses últimos sob o pseudônimo de Mary Westmacott.

Seus personagens mais conhecidos, dos romances policiais, são os detetives Hercule Poirot, o pequeno belga com “cabeça de ovo”, Miss Jane Marple, a velhinha astuta da vila de St. Mary Mead, Tommy & Tuppence, espiões internacionais, e a escritora Ariadne Oliver, que acompanha Poirot em algumas de suas aventuras.

Neste artigo, trago uma lista dos melhores livros policiais da Rainha do Crime, de acordo com a opinião de muitos leitores – e a minha própria –, e uma breve sinopse de cada um.

As obras citadas a seguir são todas consagradas, prestigiadas e largamente conhecidas, algumas delas levadas para o cinema com excelência.

Lista com 10 melhores livros de Agatha Christie

E não sobrou nenhum” (antigo “O caso dos dez negrinhos”)

Uma ilha misteriosa, um poema infantil, dez soldadinhos de porcelana e muito suspense compõem do romance mais importante de Agatha Christie. Convidadas pelo desconhecido Mr. Owen, dez pessoas, sem nenhuma ligação aparente entre si, são confrontadas por uma voz misteriosa com fatos marcantes de seus passados. Mortes começam a acontecer e, sem comunicação com o continente devido a uma forte tempestade, tudo vira um pesadelo. Este livro foi eleito o melhor romance policial de todos os tempos.

O assassinato de Roger Ackroyd

O rico médico Roger Ackroyd é assassinado a punhaladas com uma adaga tunisiana. É a terceira de uma série de estranhas mortes. Caroline Sheppard, irmã do médico da cidade e narrador do romance, resolve investigar e descobrir se as três mortes têm alguma ligação. Ninguém melhor para ajudá-la que seu novo e excêntrico vizinho, o detetive belga Hercule Poirot. Livro escrito em 1926.

Assassinato no Expresso do Oriente

Passa um pouco da meia-noite. Uma tempestade de neve faz parar o luxuoso comboio Expresso do Oriente, surpreendentemente cheio para aquela época do ano. Na manhã seguinte, há um passageiro a menos: um americano é encontrado morto em sua cabine, com doze facadas, a porta tendo sido trancada por dentro. Hercule Poirot é um dos passageiros do trem. Pistas falsas tentam ludibriar o famoso detetive belga, que fará de tudo para desnovelar esse crime. Obs.: mais de quarenta anos após a versão de Sidney Lumet, que deu, em 1975, o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Ingrid Bergman, a obra voltará ao cinema em 2017 através de um elenco invejável: Johnny Depp, Penelope Cruz, Judi Dench, Willem Dafoe e outros.

Assassinato no campo de golfe

Uma misteriosa carta clamando por socorro chega, em nome de um milionário, M. Renauld, ao escritório do detetive Hercule Poirot. Quando o belga e seu amigo, Capitão Hastings, vão à França para atender ao caso, Renauld está morto em um campo de golfe! Mas por que o milionário esfaqueado usava uma capa grande demais para ele? E a quem era destinada a apaixonada carta de amor encontrada em seu bolso? Além disso, um segundo corpo aparece, e o mistério aumenta.

A casa torta

Esta obra chocou sua época. O octogenário Aristide Leonides, que tem grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família: a esposa, cinquenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. O único motivo plausível para o assassinato é a fortuna deixada como herança. Charles Hayward não tem como não se envolver na história: Sir Arthur Hayward, seu pai, é o comissário-assistente da Scotland Yard, responsável pelo caso, e Sophia, com quem pretende se casar, é uma das netas da vítima. Portanto, Charles tem seus motivos para tentar solucionar o mistério. Um dos romances policiais de Agatha mais carregados de psicologia, aprofunda-se nos personagens mais do que o usual da autora.

Os elefantes não esquecem

Hercule Poirot parou no alto do penhasco, onde uma mulher sofrera um trágico acidente anos antes. Um tempo depois, mais uma tragédia: dois outros corpos foram descobertos, marido e mulher, mortos a tiros. Pacto suicida? Crime passional? Ou assassinato a sangue frio? Poirot adentra o passado e descobre que “antigos pecados deixam marcas profundas”.

 

Morte na Mesopotâmia

A enfermeira Amy Leatheran foi contratada para cuidar de uma paciente, e achou Louise um caso muito estranho. A mulher, casada com um famoso arqueólogo, sofria de angústia nervosa, segundo seu marido: via uma mão decepada, um rosto cadavérico contra a vidraça, tinha surtos… Mas de que ela teria tanto medo? Louise está com o marido, colegas e amigos em uma grande casa para uma missão arqueológica na Mesopotâmia, atual Iraque. Paira no ar uma tensão, um desassossego incompreensível. Mrs. Louise Leidner é assassinada, e ninguém viu nem sabe de nada que possa ter provocado a morte. Hercule Poirot é chamado a investigar, com a ajuda de Amy. Um fato curioso é que Agatha Christie foi casada com um arqueólogo, inclusive viajou para o Iraque com ele, o que lhe inspirou a escrever essa brilhante obra, e também “Morte no Nilo”, outro bom livro, cuja trama se desenvolve no Egito.

Convite para um homicídio

St. Mary Mead: Chipping Cleghorn é um pequeno e calmo lugar, mas um grande evento vai acontecer: uma publicação misteriosa no jornal do vilarejo convida os principais moradores a irem a Little Paddock para, incrível, ver um homicídio! Os curiosos – e céticos – vão chegando à bela casa no alto de uma colina, recebidos pela anfitriã. Perto das 18h30, as luzes se apagam, gritos ecoam e um disparo é ouvido. A lanterna focaliza uma pessoa por vez. Miss Marple, a velhinha astuta, vai ajudar a polícia a resolver o caso – na verdade, só ela, com sua intuição e sabedoria, poderá fazê-lo.

A casa do penhasco

O primeiro acidente: um quadro pesado despenca na cama de Miss Buckley. O segundo: uma pedra grande cai perto dela numa trilha do penhasco. Terceiro: os freios do carro falham numa encosta íngreme. E quarto: uma bala por um triz não lhe atinge a cabeça. Mas, finalmente, o perseguidor misterioso comete um erro fatal: há uma testemunha, Hercule Poirot está no local.

Um crime adormecido

Gwenda Reed, 21 anos, recém-casada, acaba de comprar uma casa centenária no litoral sul da Inglaterra. Mas ela começa a ter sensações sinistras de familiaridade na residência: um dia houve uma porta onde hoje há uma parede sem passagem, ou está enganada? Como ela sabe, com precisão, a estampa do papel de parede original de um quarto? A jovem não sabe como, mas está convicta de que uma mulher foi ou será morta na casa. Temos neste livro um crime adormecido – quem o fez adormecer? Miss Marple desvendará a trama ao mergulhar no passado de Gwenda e descobrir segredos obscuros.

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